Encontro Se Santa Teresa Fosse Nossa

O encontro Se Santa Teresa Fosse Nossa aconteceu no dia 2 de agosto, no Parque das Ruínas. Santa Teresa trata-se de um bairro histórico e um dos símbolos da cidade, mas ao mesmo tempo guarda uma série de contradições e conflitos entre seus moradores e a gestão pública.

São problemas em sua maioria relacionados ao caráter comercial/turístico que é incentivado pelo poder público, em contraposição a um olhar para aqueles que moram e trabalham no território.

Além disso, vemos um conflito sócio-político em um bairro caracterizado como de classe média, mas que na realidade é composto em sua maioria por favelas cujos moradores não se identificam com Santa Teresa, mas com identidades próprias, como Prazeres, Fallet, Fogueteiro e outros.

Veja o álbum de fotos completo.

> Serviços básicos para os moradores: 

  • Os moradores identificam como um dos principais problemas do bairro a ausência de serviços básicos para a população como: padaria; lotérica, onde os moradores pagavam suas contas; farmácias; entre outros. É necessário pensar em formas de se incentivar a instalação destes serviços no bairro

> Mobilidade: 

  • Ônibus devem circular de madrugada e aos domingos
  • Acabar com a dupla-função motorista-cobrador
  • O bonde deve ser público, popular e voltado para os moradores! Os moradores precisam ter voz na definição do funcionamento do bonde, com relação a horários, preços etc. Pelas notícias que circulam na imprensa, a A AMAST (Associação de Moradores de Santa Teresa) estima que apenas 5 % da população da região será beneficiada pelo Bondinho na configuração atual.
  • O bonde deve seguir até o Silvestre beneficiando o maior número de moradores.

> Cultura

  • Os moradores e aqueles que participam ou promovem eventos culturais no bairro devem desenvolver normas de convivência de modo a garantir o acesso à cultura nos espaços públicos e um ambiente saudável para a moradia.

> Segurança Pública

  • Melhoria da iluminação pública do bairro